sábado, 13 de novembro de 2010

Sobre mim

É difícil escrever sobre si mesma sem parecer narcisista ou uma pobre coitada. Tirando pelo que vejo das redes sociais ou a pessoa se julga muito foda e muito amada ou a personificação do altruísmo e por isso é amada; salvo alguns casos, claro. Creio que não seria preciptado da minha parte presumir que escrever sobre si próprio é um ato de amor.
Então vou me amar um pouco.
Não faço o estilo boazinha nem tento agradar todos ao meu redor. Claro que não disparo palavras duras a todos os que me cercam.Gosto de guardar as opiniões ruins para mim ou de fazer piada com meus amigos.
Tenho manias feias e dentre elas analisar comportamentos sociais/pessoais e tentar estabelecer um padrão é uma delas. É feia por não respeitar a individualidade dos meus irmãos de espécie, mas é uma das coisas que mais gosto em mim. Acabou como uma forma de me defender de determinadas situações constrangedoras ou tristes e a capacidade de observação que eu tenho faz com que eu saiba, por exemplo, quando mentem para mim.
Não sou uma pessoa de contato. Isso quer dizer que não gosto quando as pessoas me tocam. Não é fobia, não é horror, nem nada do tipo. Só não gosto de pessoas que chegam e me abraçam, que conversam me tocando e coisas assim. É bem provável que essa falta de contato é que faz com que eu me apegue tanto às pessoas que estão comigo. Eu gosto de ser tocada por elas.
Ah, vou mudar um pouco de assunto e falar sobre uma coisa que me faz muito feliz: Sei escolher muito bem os meus amigos.
Gosto de amar e a minha filosofia de vida é "Toda forma de vida deve ser respeitada".
Amo demais.
Sou palhaça; gosto de fazer as pessoas rirem. Acho que isso faz parte de amar. Fazer feliz...
Essa é uma parte de mim escrita em uma madrugada qualquer de um dia qualquer.

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